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Chegamos no Paraná e fomos direto pro hotel. Na porta, algumas fãs que Luan fez questão de atender!
Desci da vã e quando já estava quase entrando juntamente com a equipe e Luan, uma menina gritou por mim.
**: - Mari, vem cá.
Sorri largo e fui até a menina.
Eu: - Oi, lindona.
Ela me puxou pra um lugar mais afastado e isso me deixou um pouco intrigada;
**: - Mari, eu preciso falar com você.
Eu: - Como é seu nome?
**: - Fabiana.
Eu: - Pode dizer, Fabiana. (Falei calmamente)
Fabiana: - Olha, eu sei o que tá acontecendo entre você e o Luan - falou calma e eu fiquei um pouco assustada - não pense que eu vou te xingar ou brigar.. não! Eu tô muito feliz. Sei da sua história na família LS e não é de hoje, Luan não poderia está em boas mãos e eu shippo muito vocês - falou rindo me causando um sorriso instantâneo - queria pedir pra você cuidar muito bem dele, ele é teimoso, marrento, cabeça dura, mas, ele é um menino de ouro e é tudo pra mim - suspirou - cuida dele, e eu espero que vocês sejam felizes!
Eu: - Que palavras lindas - falei emocionada - mas eu e Luan não temos nada! - falei tentando passar confiança - pode deixar que eu vou tentar cuidar daquele teimoso, por vocês, viu? agora eu preciso ir.. No local do show, procura por mim, ok? Vou te colocar pra ser donzela! - falei e ela me olhou arregalada - agora, eu to indo, beijão e se cuida!
Dei um abraço apertado nela e sai, ouvindo uns gritinhos e choros de felicidade, aquilo sim, me deixava extremamente realizada.
No hall do hotel estavam Luan, Arleyde, Well e Rober.
Eu: - Uai, me esperaram?
Luan: - Claro né, amor. E quase que você não chega.
Eu: - Uma fã me parou pra pedir pra eu cuidar de você. Lindona. Vou coloca-lá como donzela de hoje!
Arleyde foi resolver os quartos e em menos de 5 minutos voltou entregando chaves a todos, menos a mim.
Eu: - E eu? Não durmo?
Luan: - Bobinha, você dorme comigo muié. (Falou de uma forma safada)
Rober: - Eita Marizinha, hoje tem ein. (Falou rindo)
Luan: - E quando não tem, boi? Sabe de nada...
Em defesa, bati no braço de Luan fazendo todos rirem.
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O show foi ótimo, a Fabiana foi donzela e mais uma vez me senti realizada em colocar uma fã ali.
No caminho pro hotel, fomos brincando e rindo de coisas atoas. O pessoal era bastante animado e o cansaço passava longe quando a gente se reunia.
15 minutos depois estávamos em frente aos nossos quartos e desejando boa noite ao pessoal.
Rober: - Casal, tentem não fazer muito barulho, eu preciso dormir e não preciso ouvir os gemidos de vocês.
Eu: - Te lasca, Rober. (Falei rindo)
Eu e Luan entramos e eu logo tirei minha sandália.
Eu: - Nossa, que alivio.
Luan: - Não sei porque cêis muié usa esses trem que machuca, eu ein.
Eu: - Pra ficar bonita pra vocês - falei me levantando e dando um selinho no Luan - vai tomar banho ô sujinha, cuida cuida.
Luan foi sem reclamar e logo voltou apenas de cueca box e enxugando a cabeça com a toalha. Puta que pariu, ele ficava muito sexy.
Luan: - Baba não, muié - riu sapeca - sei que sou gostoso!
Eu: - Coitado, você se acha, isso sim.
Levantei, peguei algumas peças intimas na minha bolsa e segui pro banheiro..
~ Luan narrando ~
Assim que sai do banho, a Mariana entrou... Confesso que estou morrendo de saudades do corpo dela e quanto mais ela demorava, mais eu me irritava.
Liguei a TV e comecei a prestar atenção em um programa qualquer que passava na tv. Estava um pouco concentrado quando ouço a porta do banheiro ser aberta. Olhei em direção a mesma e me deparei com uma coisa de louco: Mariana com uma langerie rosa e aqueles trem na perta. Puta que pariu, que mulher gostosa.
Na certa fiquei com cara de lesado, já que a Mariana veio até mim rindo.
Pela primeira vez fiquei sem reação, apenas delirando naquele corpo, que saudades.
Mariana: - Gostou? (Falou sentando em meu colo)
Eu: - Demais - mordi meu lábio - tá gostosa pra caralho.
Mariana riu do meu jeito e me surpreendendo totalmente, me empurrou na cama ficando por cima de mim.
Iniciamos um beijo quente, comecei a passar minha mão pelo corpo dela e senti ela se arrepiar, meu amiguinho já tava mais que animado e eu pressionava a mariana contra ele, fazendo-a suspirar.
Em um ato rápido, subi minhas mãos e desabotoei o sutiãn da Mariana, deixando a mostra aqueles seios fartos e que suplicavam por mim.
Virei Mariana ficando por cima dela e comecei a beijar um, enquanto massageava o outro. Baixinho a Mariana começou a gemer meu nome e aquilo me atiçava ainda mais. Continuei naquela tortura por uns 5 minutos e já sentia meu membro pulsar de prazer!
Fui descendo meus beijos pela barriga da Mariana e logo cheguei na sua virilha. Tirei aquela calcinha encharcada e logo ouvi um gemido abafado quando toquei a amiguinha da Mariana.
Subi meus beijos e depositei minha boca em seu pescoço, sem deixar de toca-la. Mariana em resposta, me arranhava e gemia, aquilo estava me deixando louco.
Eu: - Tá gostoso? (Perguntei no pé do seu ouvido enquanto estimulava seu cloritis)
Mariana: - Muito. (Falou entre gemidos)
Coloquei um dedo dentro da Mariana que estava totalmente molhada, senti uma leve mordida em meu ombro, ela, assim como eu, estava morrendo de saudades.
Sem aguentar tanta tortura, desci novamente e abocanhei de uma vez só aquela parte tão intima e tão gostosa.
Chupava com força e dava algumas leves mordidas, fazendo a Mariana se contorcer na cama.. Quando senti que ela gozaria, parei e comecei a passar apenas minha língua. Em um ato rápido, Mariana me puxou pelo cabelo e deitou por cima de mim.
Ela foi beijando meu corpo e depositando algumas mordidas em minha barriga, eu já imaginava onde ela chegaria e estava um tanto ansioso.
Com calma e me torturando, ela tirou minha cueca e segurou meu membro, rígido, olhou pra mim com cara de safada e em resposta segurei seu cabelo empurrando a cabeça dela contra meu amiguinho.
Sem pensar duas vezes, Mariana abocanhou quase que tudo e eu gemi alto, caralho, que gostoso. Ela mesclava lambidas e chupadas e quando eu estava prestes a gozar, puxei Mariana com tudo, peguei uma camisinha no criado mudo ao lado da cama e ajeitei em meu membro, sem deixar de olha-la.
Mariana tinha um sorriso safado e aquilo me deixava ainda mais louco. Encaixei a camisinha corretamente em meu membro e pra minha surpresa, Mariana sugeriu uma posição diferente.
Mariana: - Senta na cadeira, amor.
Sem pensar duas vezes, puxei a cadeira e sentei, Mariana veio e de frente pra mim, sentou em meu colo, de uma vez só, me fazendo arfar e jogar a cabeça pra trás.
Na intenção de me torturar, Mariana fazia movimentos lentos e aquilo me deixava ainda mais louco, segurei firme em sua cintura e sem aguentar mais, intensifiquei os movimentos, nossos gemidos eram altos e entregavam claramente o prazer que ambos sentíamos.
Com Mariana ainda em meu colo, me levantei e encostei ela na parede, metendo cada vez mais rápido, fazendo Mariana arranhar minhas costas e gritar meu nome.
Continuamos ali alguns minutos e logo chegamos ao nosso ápice. Fui no banheiro e joguei a camisinha que tínhamos acabado de usar, voltando segundos depois pro quarto.
Ainda nus, caímos exaustos na cama, na tentativa de recuperar nosso folego.
Eu: - Nossa (Falei suspirando)
Mariana permaneceu calada, parecia tentar recuperar o folego. Fechei meus olhos e continuei ali, imóvel.
Pra minha total surpresa, Mariana pegou outra camisinha em cima do criado mudo, e veio em cima de mim, começou a esfregar a sua amiguinha no meu JR e foi impossível não reanima-lo.
Mariana tinha os seios fartos, coxas e bundas maravilhosas, causando em mim uma sensação incrível.
Com meu amigo novamente rígido, Mariana colocou a camisinha e sugeriu que fizéssemos de quatro, aceitei prontamente e depois de estimula-la um pouco, pedi pra que ela ficasse na posição correta e meti sem dó, Mariana gemia e rebolava e aquilo só me deixava ainda mais louco.
Ficamos um tempo naquela posição, mas, logo sugeri que mudássemos.
Coloquei a Mariana de lado, me posicionei atrás dela e mais uma vez, meti sem dó, nossos gemidos eram cada vez mais altos e não tínhamos vergonha alguma ou medo de que alguém ouvisse, estávamos preocupados apenas em saciarmos nossos corpos.
Eu massageava um seio da Mariana enquanto metia sem dó, falando coisas safadas em seu ouvido.
Pouco tempo depois, chegamos ao nosso auge juntos e eu sugeri que tomássemos um banho.
Mariana me ensaboava enquanto eu comentava da nossa transa extremamente maravilhosa.
Só em falar, meu amiguinho já ganhava vida e Mariana percebendo isso, depositou sua mão sobre ele, me masturbando. Meu pai, essa mulher é demais!
Empresei ela no box e comecei a toca-la, ficamos nessa safadeza um bom tempo, até mais uma vez, gozarmos juntos. Por fim, Mariana colocou uma camisa minha e eu uma cueca. Deitamos e rapidamente pegamos no sono, afinal, tínhamos trabalhado bastante!!
~ Fim de narração ~